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Os filmes não são obras estáticas, podem ter continuidade, sem contar com o fato que são praticamente imortais, ainda mais quando falamos de grandes obras que permanecem na história de forma intemporal. Desde muito cedo que a indústria do cinema sempre buscou criar filmes que alcancem o maior número possível de espetadores. Existe uma grande variedade de géneros mas os que faturam mais dinheiro são: aventura (mistério, ação, aparecimento de lugares bonitos), ação (explosões, tiros e correria), terror (histórias que aterrorizam, envolvem sangue), comédia romântica (o amor está acima de tudo), suspense (histórias que intrigam, nos deixam nervosos), comédia (fatos engraçados, divertidos), faroeste, musical (várias músicas e cantigas são cantadas pelos próprios atores), drama (desafios, por vezes recorrem a histórias de romance) e comédia de humor negro.

O foco da indústria do cinema é produzir algo que seja bem-sucedido comercialmente. Esta procura pela fórmula perfeita vai de encontro a temas que viram moda e criam raízes por isso são usados de forma recorrente. Um destes tópicos é criar filmes que se desenrolam ou mencionam casinos, normalmente envolvendo pessoas que ganha ou perde muito dinheiro e explorando as consequências destes eventos e da importância crescente que os jogos de casino online têm na sociedade.

Uma das personagens mais famosas deste tipo de filmes é o James Bond, ele sai quase sempre vencedor de todas as partidas em que participa. Não se pode deixar de referir o filme 007 Casino Royale em que Daniel Craig interpreta o agente que na sua primeira missão segue várias pistas até descobrir que o banqueiro de terroristas poderosos Le Chiffre vai participar num torneiro de poker milionário em Montenegro no Casino Royal para tentar recuperar dinheiro que perdeu dos seus clientes num mau negócio. Le Chiffre é um génio de matemática e joga muito bem xadrez o que lhe confere um raciocínio muito prático quando aplicado ao poker. O chefe do MI6 destaca James Bond com a Bond Girl deste filme, para garantir que Le Chiffre não sai vencedor e a destreza com que James Bond consegue derrota-lo é de cortar a respiração.

A indústria do cinema deu-se conta que este mundo de glamour e que relaciona situações reais em que toda a gente conhece alguém que já ganhou dinheiro em casinos, aquela sensação de estar perante um jogo que pode mudar o rumo da vida com um imaginário muito poderoso cheio de mistérios. A verdade é que este tipo de filmes sempre foram um sucesso e por isso só podemos esperar mais filmes com esta temática.

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Em um mundo onde a raça humana está dividida em duas castas, os vermelhos e os prateados, vemos o desenrolar da história de uma jovem que luta para sobreviver  onde deuses ainda caminham sobre a terra, mas ele não são gentis.

Essa é a história que o livro “A Rainha Vermelha” nos conta, escrito por Victoria Aveyard, lançado no Brasil pela Editora Seguinte em junho de 2015. É a estreia da autora com esse “romance” que é o primeiro volume de uma trilogia.

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O mundo de ” A Rainha Vermelha” é formado por duas castas distintas entre si, os “vermelhos” que são pessoas comuns cujo o sangue é vermelho e os “prateados” seres humanos cujo sangue sofreu uma mutação que mudou sua cor para prata e deu habilidades especiais a essas pessoas. Os prateados podem manipular elementos como fogo, água, gelo, terra, metal, podem influenciar telepaticamente pessoas e até mesmo curá-las.

E como é de esperar da raça humana, sempre que é concedido a alguém, algo que lhe dê vantagem sobre os outros, ele alguém usa seus dons para subjugar e escravizar os outros, e é isso que os Prateados fazem com os vermelhos.

Nesse livro somos apresentados a protagonista Mare Barrow, uma adolescente que vive em uma cidade chamada Palafitas,um gueto onde os “vermelhos” vivem uma vida de miséria, dificuldade, muitas privações e aflições. Mare é uma garota que vive o drama de estar as portas de completar seu 18º aniversário e ser obrigada a prestar o serviço militar, algo que é imposto a todos jovens vermelhos, pois o país está em uma guerra que nunca termina. Pra ajudar sua família ela pratica pequenos furtos no mercado da cidade. Sua vida muda quando após um acidente, que acaba destruindo o futuro de sua irmã Gisa – que trabalha pra monarquia e era a esperança de um futuro para a família – seu caminho se cruza com um misterioso homem que a leva para trabalhar no palácio de verão do Rei.

Como miséria pouca é bobagem, em meio a uma festividade em que as moças das casas prateadas mais nobres do reino, demonstram suas habilidades, afim de que possam disputar a mão do príncipe, acidentalmente Mare descobre que possui poderes, o que é impossível para um vermelho! Isso a torna algo novo e inesperado para os prateados, o que leva a família real a mentir sobre sua origem para que possam continuar a dominar os vermelhos. Mare porém tem planos para usar seus poderes e mudar o rumo da história de seu mundo.

O livro é um típico produto Young Adult, temos todos os elementos que fazem sucesso ultimamente, uma personagem feminina, um triangulo amoroso, um futuro “distópico”, castas, injustiças etc, etc.

Ao ler “A Rainha Vermelha” me deparei com uma escrita fluida, simples, porém bem pobre. É fácil ler o livro, mas falta a autora momentos na narrativa que se mostrem mais “poéticos” e menos descritivos.

Outro problema que encontrei, Victoria tenta criar uma personagem forte, independente, mas Mare é totalmente o oposto disso. Segundo a história, a protagonista é uma ladra habilidosa, mas no decorrer do livro é possível ver atitudes inocentes demais para alguém que vive na rua, falta malícia a Mare. Por inúmeros momentos a personagem não parece ter 17 anos, sua atitudes são bem infantis. Mare também sofre do mal que persegue das personagens femininas da cultura pop atual, ela É uma donzela em perigo. Por mais que tenha poderes, por mais que seja uma ladra, ela está sempre a espera do príncipe em seu cavalo branco, ou moto se você preferir.

Outro ponto negativo é o triangulo amoroso formado pelos dois filhos do Rei e Mare. O Primogênito se chama Cal e é o esteriótipo do príncipe perfeito e extremamente chato, pois não tem defeitos, não dúvida, não teme, ele não é real. O irmão mais novo , Maven, é um pouco menos raso e sofre do dilema de viver à sobra do irmão perfeito, enquanto pede migalhas do amor do Pai, o personagem poderia ser uma boa saída pra quebrar um clichê, mas…

O mundo de Mare é uma misturada de coisas que já vimos por ai (Jogos vorazes ,X-men, A Seleção) mas falta algo que o defina e tire essa impressão de que as coisas estão ali em função da personagem e não que a personagem exista no mundo já estabelecido. O mundo parece medieval, mas tem coisas como eletricidade, motos, câmera de vigilância, Rede de tv, mas não vejo um dispositivo de comunicação a distância, ai do nada aparece uma sala onde operadores se comunicam com o campo de batalha a distância. Do nada!!! A tecnologia no universo não é bem trabalhada o que me tirou do “mundinho” em muitos momentos. Tudo isso torna o mundo inconsistente.

Mas “A Rainha Vermelha” é uma porcaria então?

Não, como eu disse a leitura foi fácil, é bem fluida, apesar da simplicidade do texto não há nada que dificulte a evolução da leitura. Há momentos que também me empolgaram, por exemplo como determinado personagem lidaria com certa situação de perigo e algumas viradas de roteiro.

Mare é uma típica protagonista de YA, mas não é tão sonsa como muitas personagens do gênero. Ela tem seu charme apesar de suas fraquezas.

Gostei bastante do desfecho do primeiro livro, deixou vários ganchos e pontas para serem amarradas e desenvolvidos no próximo, espero que a autora possa evoluir a narrativa e quem sabe pesquisar um pouco mais e fundamentar melhor esse universo que é sim interessante, mas que ainda está muito crú.

Outra coisa muito boa, o projeto gráfico, a capa está muito bonita e instigante, a capista Sarah Nicole Kaufman fez um projeto muito clean mas que captura a essência do Livro e aqui no Brasil ela foi impressa em um papel metálico o que deu mais beleza ainda para a capa.

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Minha sincera opinião é que “A Rainha Vermelha” é altamente recomendado para quem é consumidor ávido do gênero e que não se importar de ver a mesma fórmula sendo explorada novamente. Mas se você quer algo um pouquinho mais elaborado ou está cansado de YA é melhor procurar outra leitura.

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Mais um série exclusiva da Netflix, dessa vez é um Anime.

Criado por Nihei Tsutomu em 2009, na revistas Kodansha e Afternoon, atualmente tem 13 Tankōbon (Compliados) lançados com o 14º programado para setembro de 2015.

A história se baseia na Nave interplanetária chamada Sidonia, uma das naves que fugiram da terra após o ataque de seres alienígenas chamados de Gaunas a destruíram.  A bordo de Sidonia o restantes da raça humana aprendeu e se adaptou a sua nova realidade, modificaram toda sua estrutura social, como também sua estrutura genética, fazendo uso de clonagem humana, engenharia biológica que os modifica ao ponto de não precisarem mais se alimentar diariamente, graças a habilidade de Fotossíntese.

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O Ataque das criaturas alienígenas a terra foi repentino e pouco conseguisse descobrir sobre a origem de tais seres, as poucas informações obtidas ao decorrer do anos de luta,, foi que os Gaunas são formados por algo que chamaram de placenta e que somente destruindo parte dela é possível expor o ponto fraco da espécie, o Núcleo.

Para combater esses seres a Sidonia desenvolveu um exército de mechas denominados Guardiões e eles se tornaram a principal arma de combate contra os Gaunas e para proteção de Sidonia. Os guardiões são alimentados por ” Particulas de Hyggs” o que os permitem se moverem e atacarem os Gaunas e mais afrente descobrimos que isso também os atrai. E juntamente com os Canhões de Partículas Hyggs eles usam uma lâmina especial chamada de Kabizashi, a única capas de destruir o núcleo do Gauna.

Esse é o background base do seriado e nele somos apresentados ao protagonista Nagate Tanikaze, um jovem que foi criado pelo avô nos subterrâneos da Sidônia, onde aprendeu a pilotar um dos modelos dos guardiões através de um simulador e que após a morte do avô, fazia incursões a superfície para roubar comida ( arroz). Numa dessas ocasiões Nagate é encontrado roubando arroz e acaba se ferindo e sendo aprisionado. E que num revés da história acaba sendo incorporado a acadêmia de formação de pilotos dos Guardiões. Nagate se revela em uma momento em que Sidonia vive uma aparente paz, decorrente de 100 anos sem ataque de um Gauna.

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No início existe uma certa tentativa de trabalhar um pouco o tema preconceito, afinal Nagate além de ser um Subterrâneo, ainda tem o problema biológico de precisa se alimentar 3 vezes ao dia, de ser “fedido” e não fazer fotossíntese, o que gera boas piadas na temporada, vemos ai que Nagate é inferior ao habitantes da superfície de Sidonia, em compensação ele se mostra muito mais resistente, sofre vários acidentes ao decorrer da temporada mas recupera-se de todos, inclusive de uma parada cardiorrespiratória. Além disso após sua aparição, acontece o primeiro ataque Gauna após 100 anos, mas um motivo que leva as pessoas a acharem que ele tem algo a ver com isso. Apesar da tranquilidade vivida pelo povo de Sidonia, há habitantes que se manifestam contra o exército continuar ativo, chegando a acusar de a ameça Gauna ser uma farsa.

Vemos aqui várias tramas que poderiam ser abordadas e aprofundadas com o decorrer da temporada mas…

Além de Nagate a serie apresenta outros personagens, os primeiros que Nagate conhece são Norio Kunato e Shizuka Hoshijiro. Kanuto é um cadete promissor que tenta de todas as formas ser o melhor piloto da história de Sidonia. Hoshijiro é a primeira pessoa a ser simpática com Nagate e acaba despertando outros sentimentos nele.

Há também a Capitã Kobayashi, uma figura misteriosa que comanda a nave Sidonia e os guardiões, há tambem a enfermeira Lala, que bizarramente é um Urso Pardo com uma mão biônica, que é a principal cuidadora de Nagate. Temos as poligêmeas Irmãs Honoka, 22 Clones idênticas em aspecto mas diferentes de temperamento e que também pilotam Guardiões, delas se destacam Ren, Hou e Shou. E por fim a personagem que ao meu ver é a mais interessante, Shinatose Izana, ela é uma clone desprovida de gênero, nem menino, nem menina, seu corpo foi confeccionado para se adaptar ao companheiro que Izana escolher. Isso é um plot bem legal, pois em tempos que se falam tanto de diversidade, ter uma personagem que não precisa de gênero para se definir, mas que tem a liberdade para escolher esse gênero quando achar propício é muito bom pra história. Confesso que é minha personagem preferida. Ela é uma das poucas cadetes que não nutre nenhum tipo de preconceito por Nagate e acaba meio que sendo a Side Kick dele.

Knights of Sidonia não chega a ser uma série de Ficção Hard, pois apesar do seu background e subplots o foco da série é Nagate, o que ao meu ver, tirou um pouco do brilho da série. Havia mais aspectos a explorar em Nagate do que apenas sua adaptação ao mundo de Sidônia.

Muita gente compara Knights Of Sidonia com Evangelion, mas ele está mais próxima de Macross, principalmente por serem do gênero Space Opera. E como faz parte do gênero, há inúmeros clichês, desde o personagem misterioso que se prova o melhor no que faz, o Mentor que treina o heróis, a Donzela em Perigo, a Queda do Herói, estão todos presentes em KoS, mas o background consegue ser tão interessante que os clichês se encaixam e fazem a trama se tornar mais interessante.

Estranhamente, senti falta de mais episódios, os 12 apresentados poderiam ter mais uns 6 que focassem mais na história de Sidonia e dos Gaunas, pois o universo que a série apresenta é muito interessante.

A animação é 3D, o que no começo me causou muita estranheza, pois no começo foi difícil identificar quem era quem, já que a estilização dos personagens os deixaram muito parecidos.

Knights of Sidonia é uma ótima série pra se acompanhar, longe de ser um clássico, mas divertida e com personagens interessantes.

Adriana Melo é uma quadrinista brasileira que já desenhou títulos como Star Wars, Catwoman, Witchblade e Astonishing Spider-man.

Adriana é um exemplo que o mercado de quadrinhos precisa do talento feminino, pois ele só tem a ganhar com isso!

Infelizmente o site dela parece estar fora do ar, www.adrianamelo.com, mas você pode ver mais da sua belíssima arte em seu DeviantArt.

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