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KillJoys é uma produção canadense que acaba de estrear no SyFy.
Baseado em um roteiro original sobre um trio de caçadores de recompensa intergaláticos formado por dois irmãos e uma mulher que se dedicam a localização, captura ou execução de “pacotes” humanos.

No piloto da série somos apresentados a John (Aaron Ashmore, Smallville e o Homem de Gelo da franquia X-men) e sua exoticamente bela companheira de trabalho (e líder) Dutch (Hannah John-Kamen). Ambos trabalham juntos a seis anos, mas mantem uma estrita relação de trabalho e realmente não sabem muito sobre o outro. Quando um de seus contratos envolvem a execução do irmão mais velho de John, Davin (Luke Macfarlane) ,o que o leva a tomar uma atitude drástica e burlar uma das normas mais importantes da hierarquia de caçadores, não se deve pegar um contrato acima da sua patente. E a partir daí a dinâmica da série muda e vemos que muitos dos segredos que eles guardam começam a ter peso na trama.

Não é uma série cerebral, que vá agradar o fã de ficção cientifica inteligente, é uma série com muita ação, alguns clichês com direito a cena de luta num corredor e câmera lenta. Mas se você e como eu e gosto de um bom clichê, essa sere pode agradar.

Mas não posso ser injusto, a série tem conteúdo pra ser algo maior, sim, existe uma história de fundo político a se for abordada, e isso pode garantir mais profundidade ao seriado. Na trama existe uma megacorporação chamada ” The Company” que está escondendo algo por baixo dos panos e no piloto há uma pequena arranhada nesse mistério, alem disso o enredo mostra , superficialmente, que há vários abusos sendo cometidos pelo do governo e uma conspiração começa a ser formar para derrubá-lo.

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A criador da série é Michelle Lovretta, a mesma de ‘Lost Girl’, outra série canadense de fantasia, com várias boas ideias e uma heroína central, sim KillJoys é protagonizada por uma mulher.

Por ser uma produção do SyFy, os efeitos especiais, padrões de qualquer seriado de Ficção científica, estão presentes, além de muitos cenários ambientados em fábricas abandonadas (pra garantir aquele visual distópico) e lutas (nem sempre bem coreografadas), mas gente é o piloto, dá pra relevar algumas coisas. E como o roçamento não deve ter sido grande coisa, não vemos nenhum tipo de alienígena, são todos humanos, no máximo com representação multicultural restrita ao cenário.

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Todos os três atores estão muito bem no piloto, a cada um é dada a chance de brilhar, e cada background possibilita que eles possam se aprofundar mais ainda.

Então se você é fã da temática de ficção cientifica, quer assistir algo leve, que garanta um entretenimento agradável, dê uma chance a “KillJoys” e torçamos para que a série corresponda a isso.

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Em 1º de julho a Netflix brasileira atualizará seu catálogo com mais temporadas de algumas séries já disponíveis na plataforma.

 

 Em julho teremos  a 2ª temporada de Orphan Black e Bates Motel; a 3ª temporada de American Horror Story: Coven e Homeland; e a 5ª temporada de Glee e White Collar.

Além disso Gotham será incluída no catálogo em agosto (dia 22) e The 100 em setembro (dia 19)!

 

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Se eu tivesse que resumir esse primeiro episódio em uma única palavra seria “Decadência”, mas não é a série que está em decadência , até porque ainda é o primeiro episódio.

Mas quando fala em decadência, estou a relacionando aos personagens, neste primeiro episódio somos apresentados aos 4 personagens principais da série, pra começar temos três policiais decadentes.

Um detetive corrupto chamado Ray Velcoro (Collin Farrel) que na primeira cena pode enganar o espectador, mas logo sua real personalidade é revelada, podemos também ver seu relacionamento com o filho, que não é lá grande coisa. Em seguida conhecemos uma detetive chamada Ani Bezzerides (Rachel McAdams) que logo de cara mostra que é uma pessoal que afasta os outros de si , além de ser viciada em jogos de azar e ter problemas familiares. E também o policial rodoviário Paul Woodrugh (Taylor Kitsch) que é afastado do serviço e se mostra com algum problema psicológico, e por fim, Frank Seymon (Vince Vaughn) um empresário implorando pra arrumar investidores para um projeto nem um pouco honesto.

A decadência é tanta que até uma menina cantando no bar é a cara dela!!!rs. Esse é o clima do primeiro episódio, mas fica claro que isso faz parte do roteiro, pra apresentar bem o momento da vida de seus personagens e deixar bem claro quem eles são.

No final (não é spoiler) deixa aquilo que deve ser a trama principal do seriado, nada demais, nada que exploda cabeças, mas que já te deixa curioso sobre o que virá!

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No aspecto técnico a série está impecável, a fotografia está linda, mas isso é uma herança da primeira temporada. A arte da abertura e a música estão a altura da que vimos na primeira temporada.

Em resumo gostei , acho que essa temporada não decepcionará!

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Os irmãos Wachowski são conhecidos mundialmente por seu maior sucesso, o filme “Matrix”, esse filme não só explodiu as mentes dos espectadores, como também mudou a história do cinema, e até hoje influência várias obras.

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Mas como nem tudo são flores, a filmografia dos Wachowski nunca mais conseguiu emplacar um outro filme do mesmo jeito que “Matrix” e tem inúmeros filmes irregulares. O seu mais recente filme “O Destino de Júpiter” é uma fantástica obra visual, porém no que diz respeito a roteiro e interpretações… entra na lista das decepções.

Mas em 8 de Junho os irmãos invadem uma outra plataforma e lançam no Netflix a série “Sense8” uma criação conjunta com o conhecido roteirista de Hqs J.Michael Straczynski .

Nessa série somos apresentados a 8 personagens que se localizam ao redor do mundo, e que por algum fator muito estranho passam a compartilhar uma conexão mental que desafia a própria razão. Além de dividir, conhecimentos, sentimentos e experiências, eles ainda precisam lidar com essa estranha nova realidade enquanto tentam levar suas vidas com seus próprios problemas pessoais.

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Apesar de todos os anúncios focarem na estranha conexão que os participantes partilham, durante todo os episódios, a série mostra que é um drama sobre relações humanas. Os 8 personagens possuem backgrounds diversificados que lhes dão profundidade e de certa forma nos ajuda a ter empatia com cada um.

Desde a abertura fica claro o objetivo é discutir temas como a diversidade de gêneros e a riqueza de cada cultura. E para fazer isso, Sense8 conta com ótimos personagens, como a transgênero Nomi, o simbolo sexual e gay enrustido Lito, que trazem a discussão sobre sexualidade e gênero. Também traz a discussão o papel da mulher com a coreana Sun, uma mulher forte que sofre as agruras de uma sociedade machista e a rejeição do pai, e Kala uma linda indiana que se vê no dilema de casar com um homem que não ama por conta da sua cultura. Vemos a desigualdade social através dos olhos de Capheus, um jovem que vive a miséria de uma país subdesenvolvido (Quénia) enquanto tenta de todas as formas cuidar da mãe aidética e Riley uma talentosa DJ que se evolve num mundo de drogas enquanto foge de suas origens. E por fim temos o jovem Wolfgang, um criminoso alemão que vive atormentado pela sombra do pai e Will um policial americano que também tem a vida influenciada pelo pai.

Já deu pra notar que com todo essa riqueza de temas, o fato dos estranhos poderes, só serve como fio condutor pra abria a mente do espectador para a discussão sobre eles e logicamente garantir uma trama que garanta boas cenas de ação.

Pontos fortes da Série:

A trama que envolve Nomi é muito bem executada e nos mostra o que é ser um transgênero, os medos e desafios que ela enfrenta por causa de sua escolha.
– Os Wachowski , fazem algo incrível, em alguns episódios eles fazem os personagens compartilharem momentos poéticos, isso acontecem com uma música “What’s Going On?”, uma cena de sexo e durante uma apresentação musical.
Os diálogos são muito bem construídos e inúmeras vezes um personagem ajuda o outro a evoluir e lidar com seu drama pessoal sob outro ponto de vista.
As cenas de ação, são poucas, mas quando acontecem, bom tem o Selo “Wachowski” de qualidade e não desapontam.

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Pontos Fracos:
As cenas de sexo. Sim, eis uma coisa que pode incomodar, principalmente quem tem sensibilidade ao tema, em alguns momentos certas cenas  não acrescentavam a narrativa e parecem estar ali só pra lembrar que a série é para adultos.
Alguns clichês, podemos ver clichês como a “Donzela em perigo”, “o grande mal desconhecido” e alguns momentos Deus Ex-machina, como o personagem que aparece apenas pra dar um equipamento que falta para os personagens.
– Em vários momentos percebe-se o fantasma da série “Heroes” sobrevoando Sense8, além do fato de personagens se descobrirem com habilidades incomuns, temos o Vilão Mega perigoso que consegue rastreá-los e quer a todo custo destruí-los e a mega corporação maléfica.

A série termina com muitas tramas em aberto, o que pode ser muito bom caso haja uma segunda temporada, mas se não for confirmada, vai frustar muita gente (me incluo nessa lista).

Sense8 é uma ótima série e vale a pena assistir seus 12 episódios e descobrir toda a riqueza que ainda possui e que não foi abordada nesse texto. Esta é uma obra que vai pra lista de ” Sucessos” dos Wachowski.

A atriz que viverá a Mulher-Gavião em “Legends of Tomorrow” Ciara Renée, tem postado em seu Instagram algumas imagens para atiçar os fãs.

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