Kleber Ivo

No Velho Oeste quando a justiça falha, A VINGANÇA NÃO!!!

 

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SALVE MACACADA!!!!!

Call of Juarez é um FPS (Fisrt Person Shooter) da Ubisoft ambientado no Velho Oeste ( Menos o  The Cartel Que se passa no tempo “atual”) .  O último game da franquia saiu em 2011 e tinha como objetivo revitalizar e atualizar a série, mas foi sem sucesso.

Nesse  mês de Maio foi disponibilizado uma nova “Expansão” do universo de CoJ cujo o nome é Call of Juarez: Gunslinger.  Nessa nova aventura o jogador é apresentado a Silas Greaves um caçador de recompensas em buscas de vingança.  Apesar de ter uma história pra lá de genérica o game consegue passar isso de forma divertida sem cair no ligar comum de muitos filmes do gênero.

Ao chegar a um Salloon Silas é reconhecido pelos frequentadores e acaba contando suas aventuras e encontros com grandes personalidades do velho oeste de Billy the Kid a Jesse James.

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O grande lance do game é que a forma que Silas conta sua história lembra em muito os filmes do Tarantino, com direito a flashbacks e muitas piadas na narrativa.

Falemos um pouco do gameplay, é um jogo linear, não há muitas opções de exploração nos cenários, mas ainda assim existem colecionáveis em alguns pontos do game. Há também um esquema de skills, onde você aprimora suas habilidades e um “Concentration Mode” que te dá  a habilidade de matar rapidamente múltiplos inimigos.

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Há outras opções além do modo História, tem o Modo Arcade onde você enfrenta um bando de malfeitores e pontua por tempo ou precisão na mira e  modo Duelo onde você combate os gatilhos mais rápidos do velho oeste.  Você pode optar por revólveres, espingardas e até dinamite para combater seus oponentes e em algumas fases você pode usar uma metralhadora giratória e transformar  a vida de seus oponentes num inferno.

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O que gostei: os gráficos são muito bons, toda a ambientação do jogo, a cores que puxam para o tom alaranjado, dá a sensação de que estamos realmente no velho oeste.  Em alguns momentos lembrei bastante de FarCry3, o que não é de espantar já que ambos são da Ubisoft.

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O jogo está todo legendado em português, o que não é de se espantar, pois a Ubisoft tem feito um ótimo trabalho focado no publico brasileiro.

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O que não gostei :  em alguns momentos o gameplay se torna bem repetitivo, mas é salvo pela narrativa bem humorada de Greaves e os espectadores do saloon.
Não há um multiplayer nesse game, seria perfeito ter a oportunidade de jogar em “bando” contra hordas de malfeitores do velho oeste ou travar duelos ao por do sol!

Call of Juarez: Gunslinger está disponível para PC, Xbox360 e PS3 via download por algo em torno de 30 reais.  Eu dou 4 Bananas splits pra esse game!

 

Kleber Ivo

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Salve Galera!!!!

Comprei o Jogo Injustice: God Among Us e vou dar minha opinião sobre o game.

Lembrando é apenas uma opinião, não sou profissional do ramo de games pra fazer uma super analise do mesmo.

O Jogo foi Produzido pela NetherRealm Studios (estúdio que desenvolveu alguns Mortal Kombats) e Publicado pela WB Games. Joguei a versão de Xbox360, mas ele Tb está disponível para PS3 e WiiU (se é que alguém o tem).

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O enredo é bem simples (Spoiler alert), o Coringa cria uma armadilha pro Superman, dá um jeito de mexer na mente dele e fazê-lo sair na bordoada com a Lois Lane!!! Essa manipulação mental fez o Super enxergar ao Apocalipse ao invés da esposa, que além de tudo estava grávida e como desgraça pouca é bobagem, o Coringa ainda fez um detonador pra uma bomba que estava ligada aos batimentos cardíacos de Lois. Ela morre e Metrópolis é destruída.

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O Super se revolta, mata o Coringa e começa um reinado de terror, onde todos os super-heróis e vilões deveriam se submeter à vontade do Super e os que se rebelassem seriam mortos. O Batman desse universo descobre que existe outro universo paralelo e resolve trazer alguns heróis para ajudar a derrubar o império do Superman.

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O enredo lembra muito as histórias do desenho da Liga da Justiça, é simples, mas bem interessante, os caras pensaram até numa justificativa que tornasse possível um cara como o Arqueiro Verde sair na porrada com o Super sem morrer, tudo através de pílulas que alteram o DNA.

Falando do Gameplay, eu como bom Gorila que sou iniciei o jogo no modo difícil e descobri que ele é bem tretinha. O jogo funciona através de capítulos, cada capítulo corresponde a um herói sendo que a cada final de capítulo enfrentamos um miniboss.

Uma coisa que notei é que mesmo colocando no Modo Hard o game dá colheres de chá para o Jogador, se você perder muitas partidas pra um personagem, o game diminui a dificuldade, isso fica claro, pois alguns personagens depois de alguns reinícios, simplesmente param e esperam o jogar dar os golpes, sendo que na primeira luta eles parecem um estouro de manada atropelando a todos.

Vou fazer uma pequena lista dos pontos positivos e negativos (e por ser um game de super heróis cada item vai receber o nome de um).

Pontos positivos:

6

 

 

- Liga da Justiça sem limites Super-heróis caindo na pancada! Sempre é legal ver personagens icônicos se esmurrando.
- Chamam: Especiais com animações muito boas e extremamente exageradas.
- Mulher-Maravilha: O Design dos uniformes são bem legais e os das moçoilas então… rs
- O Caçador de Marte: Existem mais modos de jogo além do “modo história”, há o modo batalha – onde você enfrenta diretamente alguns oponentes, o modo S.T.A.R. Labs -  onde você tem que lutar Omo outros personagens seguindo a miniplots de história e o modo Multiplayer.
-Canário Negro: O Jogo veio todo Dublado em português e com as vozes originais dos dubladores do desenho animado da Liga Justiça ( Menos o Batman que tá com a voz do dublador da trilogia Dark Knight).

Pontos negativos:

5

 

 

-Cara de Barro: Apesar dos uniformes serem bem legais, o design dos personagens (rostos) está muito artificial e com um aspecto de plástico. O Super, por exemplo, é uma mistura de Stallone e Ryan Reynolds.
- Flash Reverso: O modo história é muito curto. Com os combates deve durar mais ou menos 4 horas.
-Zatanna: A sincronia de algumas falas ficou bem ruim, o áudio termina e a boca continua a se mexer e em alguns casos até corta a fala.
- Lex Luthor: O preço: Apesar de ser um jogo que eu gostei muito não acho que ele valha R$ 200, mesmo colocando um “Bônus” de um DVD da historia DOOM das Liga (que não deve ser mais que 30 reais), o valor de R$ 150,00, por ser um lançamento, estaria de bom tamanho. Eu paguei R$ 174,90 no Magazine Luiza e se você comprar a Vista sai em torno de R$ 167,00 (frete grátis).

Injustice é um bom jogo, não é excelente e nem tem uma história que vai ter dar orgasmos nérdicos, mas é garantia de diversão e boas horas tirando contras com a galera, seja no modo multiplayer ou quando reunidos em sua casa.

PS: Existe uma versão para tablets que desbloqueia alguns itens na versão do console e vice-versa.

PS2: As DLC’s trarão além de novas Skins também novos personagens Jogáveis já confirmados: Lobo e Batgirl.

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Abraços!

 

 

 

 

 

 

 

 

Neto Cerasi

6- Novo elenco, Novas histórias

 

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Para a Bioware, fazer de ME4 um “reboot” em termos de história e personagens pode ser uma ótima alternativa. Afinal foram cinco anos acompanhando as peripécias de Sherpad, pela galáxia a fora, lutando contra os Reapers. E mal arranhamos a superfície do universo de ME, seus habitantes, e a quantidade de histórias que ainda podem ser contadas – por que não fazer uma nova história que, de algum modo, expanda o universo que os jogos mal tocaram?

 

Não só isso, é a Hora ideal para a Bioware renovar a forma que vem conduzindo a trama e o próprio gameplay. Tem sido de conhecimento comum há algum tempo que a Bioware usa o mesmo enredo básico e modelos de personagens para que eles possam trabalhar mais rápido. Explorar o complô “clichê” de “o antigo mal que desperta” duas vezes seguidas não vai ajudar a conquistar os novos fãs ou as pessoas que se decepcionaram pela forma como saga de Shepard terminou.

É hora de Bioware provar e mostrar que seu talento para histórias não é apenas o resultado de uma fórmula batida!

 

 

7- Os Reapers nunca foram “interessantes”

 

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Vilões ou antagonistas são um pilar importante e decisivo de uma história. Quando interessantes e tridimensionais, são um grande benefício para a história. Se não forem, então eles consomem um monte de energia e tensão, tentando sustentar e levar a história adiante. E, infelizmente, os vilões da Saga de Shepard são a parte menos interessante de toda a trilogia Mass Effect. Por quê? Os Reapers são basicamente “Cthulhu” do inferno espacial que querem matar / doutrinar toda a vida na galáxia.

 

the least Tudo sobre eles é genérico e adaptado de outro trabalho de ficção. Sua aparência? H.P. Lovecraft. Sua “colheita por toda a vida na galáxia” ? Tiradas do livro “Revelation Space” romance de Alstair Reynolds . Suas vozes em expansão? Aspecto genérico de vilão. Não há nada realmente interessante sobre eles, seja como personagens ou antagonistas – principalmente depois da conversa com Sovereign em Virmire. Depois de contar para Shepard todo o plano Reaper, Sovereign não responde a uma pergunta que pode criar ou destruir um vilão: Por quê???? Nesse momento, os Reapers foram revelados como um recurso genérico de trama.

 

Os Reapers não são relevantes como personagens, são apenas um recuro de cenário para a galáxia em geral e motivação (fraca) para os eventos dos jogos. É por isso que Mass Effect 2, o menos focado nos Reapers, é o melhor jogo: os Reapers são mal nele e servir a sua função. Eles ajudam a história a se desenrolar, mas são os personagens principais e suas aventuras que são o foco e que as pessoas realmente se preocupam.

 

 

8- Sheppard e os Reapers dominando!!!

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O Reapers e Shepard são o Alfa e o Ômega de Mass Effect. O Foco da Trilogia é todo sobre eles (em diferentes graus), levando à sensação de que a saga de Shepard é tudo o que importa no universo ME. Tudo no universo de Mass Effect, se amarra, de alguma forma, em Shepard e/ou nos Reapers. Em vez de ser um oceano repleto de possibilidades, Mass Effect é como um pequeno lago com dois iates gigantes sobre ele.

 

A falta de escopo em Mass Effect é algo que tem de ser abordada em ME4. Como em Star Trek na década de 1980, Mass Effect está preso a um conjunto de personagens mais do que em um universo, algo que nunca é bom para uma franquia. Ficar longe dos Reapers e Shepard é uma ótima maneira de lembrar a todos que este é um universo que vale a pena explorar, especialmente as histórias que não estão relacionados com a trilogia original. Em uma galáxia repleta de incontáveis ​​heróis e vilões, é difícil ver o por que a Bioware não conseguiria reiniciar a franquia com um elenco tão convincente como o original e com adversários melhores.

 

9- Por um fim ao debate sobre o polêmico final de Mass Effect 3

 

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Se você é um fã de Mass Effect, com certeza passou pela decepção dos finais de Mass Effect 3. Mesmo com o “final estendido”, eles não são nada espetaculares e na opinião de alguns (muitos por sinal) chegam a ser ridículos. Mas a pior coisa sobre os finais de ME3 é como, praticamente todas as possibilidades de Mass Effect, convergiram para apenas três finais.

 

Como fã da franquia gosto de pensar que o final é ruim, por não ser realmente o final da saga.

Mesmo que a Bioware diga que a Saga de Shepard acabou, nada impede que ele reapareça de alguma forma pra “auxiliar” uma nova equipe. ou quem sabe, como aconteceu com Saren, ele seja o grande vilão de uma nova sequência.

 

Mas de qualquer forma Bioware nos dê mais Mass Effect!!!! Mais conteúdo, novas possibilidades, novos diálogos e zaz e zaz!!!  E por favor não fique fazendo doce!!

Shut Up and Take my MONEY!!!”.

 

Fonte: WhatCulture

 

 

 

Kleber Ivo
28-fev-2013 | Identidade Secreta | Tags:

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Depois de ouvir ao Podcast numero 54 do Gorila Polar, Wolverine resolve sair do armario e assumir seu lado “DIVINNOOOO” !

Acontecerá na  “(XX)X-treme X-men” (agora na minha cabeça TUDO em relação a eles tem duplo sentindo!!!) , o par romântico de Wolverine será, ninguém mais ninguém menos que, o SEMIDEUS HÉRCULES!!  Wolvie deve curtir um relacionamento meio “Truculento”…

 

 

Não tenho nada contra essa “revelação” mas tenho que fazer um protesto, leiam as frases abaixo e me digam se estou errado:

“Somos os melhores heróis do nosso mundo…”
“E no dia em que derrotamos o pior monstro que já ameaçou o Dominion of Canada… revelamos nosso amor”

 

QUE BAGAÇA BREGA!!! Me diz que ser humano (gay ou não) depois de salvar o próprio rabicó vai ter condições mentais de dizer uma frase tão brega assim???? E com direito a perninha levantada do Hércules??

 

Na boa, não consigo não pensar que esse é um roteiro de um cara hétero tentando emular o “lado gay da força”… Só que ao fazer isso acaba sendo mais caricato do que sério!

 

Não quero levantar a polêmica sobre heróis gays ou héteros, mas sim que os roteiristas poderiam se preocupar em escrever  diálogos mais elaborados e menos frases bregas de efeito.

 

Meu amigo DVD Castilho, mestrado em “Divinagens” concordar que ser gay não é ser brega!

 

Kleber Ivo
19-fev-2013 | Identidade Secreta | Tags:

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No Outono de 2007 foi lançada a mais famosa (na minha opinião) franquia da Game Publisher Bioware : “Mass Effect”. A Série preencheu o vácuo deixado por Star Trek, Stargate e Battlestar Galactica no coração dos amantes de Sci-Fi.  Foram três jogos onde seu enredo girava em torno Comandante Shepard e sua luta para salvar o Universo dos Reapers, uma raça de máquinas que tem um clico que dizima toda a vida na galáxia a cada 50.000 anos.

 

Em 2012 a Saga chegou ao sem fim, pelo menos a trilogia. Apesar de um final pra lá de controverso, para dizer o mínimo, Mass Effect foi capaz de expandir o universo para outras mídias, como histórias em quadrinhos, romances, jogos para celular, e até mesmo um filme de animação. Mas quase tudo tem sido amarrado à saga de Shepard – mas para que haja uma continuação da franquia, isso terá que mudar!

 

Em algumas entrevistas Ray Mazuca – CEO da Bioware já deixou bem claro que a “Saga de Shepard” teve fim com o Terceiro Jogo da Franquia e que mesmo o universo sendo expandido, Shepard não terá lugar nele!

 

A lista abaixo mostra algumas razões que levam a Bioware, precisar urgentemente de um enredo totalmente novo para o próximo jogo do Mass Effect (e ele terá que ser muito bom!).

 

 

Atenção: spoilers de Mass Effect 3 estão liberados.

 

 

1 – Renovar o GamePlay:

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Podemos dizer que em ME3 a Bioware conseguiu chegar no ápice do gameplay na franquia, porém, como acontece com tudo que envolve tecnologia, ele estava começando a ficar “velho”.

 

2 – Apostar mais na exploração:

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Mass Effect sempre teve uma inclinação forte para a exploração, permitindo aos jogadores voar por toda a galáxia e escanear planetas a procura de elementos especiais e anomalias. Como essa exploração é conduzida nos jogos, e algo totalmente discutível (sou do time dos que odiavam o Mako), é seguro dizer que há muito mais para ver no universo Mass Effect. Na verdade, o codex diz que cerca de 1% da galáxia é explorado quando termina a saga de Shepard!

 

Imagine só 99% do universo para explorar, sem contar a oportunidade de se aprofundar mais em lugares que apenas tiveram uma pequena participação na trama.

 

3 Se redimir de seu UE ( UNIVERSO EXPANDIDO)

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Como qualquer franquia multimilionária, Mass Effect tem um universo expandido de romances, histórias em quadrinhos, e de  mídias áudio / visuais (além de alguns jogos para celular). Algumas dessas histórias são escritas por ou com os roteiristas dos jogos, enquanto outros não são. Mas todos eles são medíocres no melhor e no pior dos casos horrivelmente terríveis, contando histórias que ninguém se importa e mal exploram o mundo incrível que é o universo de Mass Effect.

 

Um novo e melhorado UE seria uma forma da história de ME4 conseguir atrair leitores, explorando as partes do universo Mass Effect que os jogos não podem. E com certeza os fariam querer ler as histórias em quadrinhos, em vez de apenas ler resumos na história na Wikipédia!

 

4- Outros personagens merecem ter um destaque!

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Um dos principais atrativos de Mass Effect são os personagens, especialmente os membros da equipe do Shepard. Enquanto conversávamos com eles, descobríamos pequenos pedaços de suas histórias, que nunca foram muito exploradas (além de coisas que víamos em side quests / missões de fidelização). Garrus, Wrex, Kasumi, Thane e Mordin em particular, têm histórias complexas com muito a ser explorado.

 

As coisas ficam ainda mais divertidas, se olharmos para alguns dos personagens secundários mais memoráveis ​​, que vimos em toda a franquia. Major Kirrahe, Capitão Bailey, e Primarch Victus são apenas alguns dos personagens que poderiam facilmente ter toda uma história ou conjunto de histórias girando em torno deles. Mas Bioware, se você está lendo isso, por favor, nunca faça um jogo onde jogamos com o Conrad Verner e seu cabelo oxigenado! Rs

 

5- Poder vivenciar toda a história

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Uma das coisas melhores e piores sobre Mass Effect é a informação extensa experiência na configuração. Há  toneladas de material histórico nas descrições dos  planeta e entradas do Codex, mas a maioria dos fãs não ligam pra isso. As maiorias das pessoas não vão pensar na história ou no potencial das artes dos “seres de luz” vistos em Klencory ou na Guerra Rachni, simplesmente por causa do que diz o velho ditado: Imagens valem mais do que palavras!.

 

Saga de Shepard é importante para os jogadores e fãs porque viram e a jogaram, enquanto os 50.000 anos que vieram antes são apenas um detalhe.

 

Essa é a primeira parte, não perca a segunda parte, que com certeza virá antes de Mass Effect4!

 

Fonte: WhatCulture

 

 

 
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